Revolução Francesa (4 de 4): O Diretório


O terror levado a cabo pelos jacobinos, aliado a execução de figuras populares como Danton fez com que perdessem o apoio dos sans-culottes, abrindo espaço para a alta burguesia tomasse o poder instaurando um governo de caráter moderado: o Diretório.



O Diretório estava interessado em, por um lado, evitar a contrarrevolução aristocrática e, por outro, em extirpar qualquer possibilidade de nova radicalização da revolução, que pudesse levar em conta, por exemplo, a fim da propriedade privada, ou uma intensificação da igualdade econômica e até mesmo política. O governo do diretório dependia amplamente do exército. De certa forma o diretório abriu espaço para que mais tarde, Napoleão ascendesse ao poder. As primeiras palavras de Napoleão são muito significativas: “A revolução acabou”. De fato, a radicalização havia chegado ao fim, os ecos da revolução, contudo, ainda hoje soam em todo a mundo. 




Robespierre, Danton e Marat, os três grandes líderes da Revolução, todos vítimas da sua própria criação. A Revolução Francesa devorava os seus próprios filhos, dando lugar aos interesses de um governo burguês amparado pelo agora robusto braço militar.



Os conteúdos dispostos nas postagens são rascunhos, podendo apresentar erros de concordância ou ortografia. Na medida do possível tentar-se-á corrigir as imprecisões, incluir a bibliografia e rever textos e informações imprecisas.

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Imago História

Um comentário:

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