Emprego, desemprego e subemprego (1 de 4)


Emprego: função e a condição das pessoas que trabalham, em caráter temporário ou permanente, em qualquer tipo de atividade econômica.

Desemprego: entende-se a situação das pessoas que podem e querem trabalhar, mas não conseguem encontrar um emprego.

Contudo, devemos observar que nem todas as pessoas encontram-se aptas para o trabalho, na faixa das “idades ativas”, ou chamado, também de PIA (população em idade ativa, em geral entre 16 e 65 anos).

Ainda assim, devem-se descontar as pessoas que por motivos de saúde física ou mental não estão em condições de adentrar no mercado de trabalho. Existem ainda os indivíduos que por opção própria não mostram um interesse em participar do mundo do trabalho, como, por exemplo, os estudantes (que recebem ajuda familiar).

Retirando esses indivíduos do computo geral chegamos enfim à PEA (população economicamente ativa), que efetivamente expressa à força de trabalho de um país (as pessoas que podem e querem trabalhar).


Ainda, dentro da PEA existem:

· PO (população ocupada, incluindo empregadores e trabalhadores autônomos).

· PNO (população não ocupada).

Os índices do IBGE, e do SEADE/DIEESE


Os índices oficiais de desempregados no Brasil são geralmente obtidos levando-se em conta a PEA.

Para calcular a quantidade de desempregados o IBGE utiliza o critério do desemprego aberto. Por esse critério são consideradas desempregadas apenas as pessoas que estavam disponíveis e procuraram trabalho.

Embora, muitas vezes as pesquisas não revelem a totalidade das condições de trabalho e mascarem boa parte da realidade dos brasileiros, em termos de índices oficiais o Brasil vem conseguindo reduzir o desemprego. A taxa de desemprego que em 2009 ficou na casa de 8% em 2011 vai se estabilizar na casa de 6% de acordo com dados do IBGE.


O SEADE/DIEESE utiliza por sua vez o critério do desemprego total, que engloba além dos indivíduos que estavam disponíveis e procuraram emprego outros que por desanimo, desalento ou por exercerem atividades mínimas ou precárias não procurou emprego formalmente (desemprego oculto), e que não estão inclusas dentro do PEA. É claro que por esse índice o número de desemprego no Brasil acaba se elevando para algo em torno de 11%.

Deve-se considerar ainda que nos países capitalistas, a desocupação de 3% da força de trabalho é considerada normal e só acima desse índice é que se fala em desemprego. Há quem considere essa cota necessária ao desenvolvimento econômico: afirmam que certa porcentagem de desemprego é salutar à economia, evitando o processo inflacionário e constituindo uma reserva de mão-de-obra para a expansão capitalista.



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